
A bioconstrução vem ganhando força na construção civil e arquitetura vernacular, ao utilizar o bambu e o barro, ancestrais neste ramo, aliados às técnicas contemporâneas, para criar métodos que supram necessidades básicas da sociedade. Aqui na Zambú qualificamos e estudamos esse e outros temas sob a sigla TCC (Teto, Cuidado e Comunidade).
Este projeto foca no Teto e em métodos de Autoconstrução para serem aplicados por qualquer pessoa na construção de suas residências.
Temos 10 anos de experiência, atendendo todo o Paraná com formações, instalações e consultorias, através do Ateliê Zambú – Tecnologias Sociais aplicadas ao envolvimento Ecológico e com inúmeros parceiros que também compõem este projeto.
Em 2025, fomos contemplados com um projeto da Lei Paulo Gustavo voltado para a Qualificação Profissional, com o TCC do Bem Viver – Construindo o Próprio Teto, segunda edição. Esse projeto tem como objetivo acolher alunos ao longo de 2026, para uma formação em autoconstrução com bambu, utilizando esse momento para viabilizar uma cozinha comunitária para a Associação CCA – Coletivo de Convivências Agroecológicas, com base em Morretes.
O enfoque é em pessoas interessadas em utilizar esse conhecimento de maneira profissional ou que buscam o conhecimento para utilização em suas moradas, com acessibilidade para a comunidade de pessoas surdas, contando com tradução em Libras em tempo real durante as aulas práticas.



Arquitetura vernacular
e
Autoconstrução
A formação contou com 6 eixos temáticos, com tecnologias partilhadas desde a colheita ao produto final, em um total de 10 dias de imersão, onde foram abordados os seguintes conteúdos e práticas:
– Introdução ao bambu e princípios da Bioconstrução;
– Manejo e colheita do bambu;
– Reprodução de mudas de bambu;
– Colheita e tratamento do bambu;
– Técnicas de construção com bambu;
– Técnicas de bioconstrução com barro.
Extra: Tivemos tradução em Libras!

Bambu pra TUDO!
O TCC – Teto, Comida e Comunidade é uma iniciativa formativa que integra pesquisa e práticas aplicadas para promover a soberania popular por meio de Tecnologias Sociais. Em sua fase atual, com foco no eixo “Teto”, o projeto prioriza o uso do bambu como matéria-prima sustentável, combatendo a precariedade técnica no campo e transformando o estigma desse recurso em oportunidade econômica e ecológica para pequenos produtores e comunidades tradicionais.


